A indiferença mata o que há de bom.
Ou ela nasce justamente quando o que havia de bom já se foi?
Me parece hipocrisia querer abraçar o outro ou o mundo, se eu não puder me importar com as coisas simples que agradam o próximo ou com as pequenas coisas que estão ao alcance dos meus olhos e das minhas mãos.
Assim mesmo, cheio de pronomes possessivos e relativos em primeira pessoa do singular, porque, no fim, o que se há de ver é uma soma subjetiva de singularidades que podem resultar uma mistura harmônica ou um verdadeiro caos.