sexta-feira, 16 de agosto de 2013
Lembranças...
Algumas tão distantes que mal posso visualizar. Outras tão próximas, mas que se esvaem num segundo qual poeira ao vento. Não vejo definição melhor para as estrelas que aquela dada por Antoine Saint-Exupéry toda vez que tenho alguns minutos para adormecer visualizando infinitos pontinhos de luz no céu à noite... Elas são sempre uma lembrança, uma divagação, são sempre alguém brilhando ali na noite escura para fazer nossos olhos cintilarem de saudade ou de uma expectativa vindoura. Há tantos cientistas debruçados em seus mistérios, tantos poetas se inspirando por aí e eu cá nesta noite em que posso ver apenas uma dentre tantas estrelas escondidas por esse céu nublado me alegro por uma lembrança feliz que me ocorreu ao fechar os olhos poucos segundos antes de adormecer.
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