Às vezes eu olho para baixo e sou capaz de ver nuvens, de tão alto que as emoções viajam dentro de mim. Isso de certa forma dá um frio na barriga e um medo terrível semelhante àquela sensação de estar subindo uma montanha russa e a qualquer momento o carrinho vai a 100 km/h de braços erguidos e a garganta no máximo volume. Isso porque entre o medo, que é mente, e o arrepio, que se sente, eu fico com o arrepio perdendo o fôlego no meio de um beijo bom e abraçando até os braços perderem as forças.
Cansei de tantas desculpas e tantos critérios de exclusão... Se tudo pode ser tão simples como não aguentar a ideia de ficar longe de um certo olhar e me entregar a seus braços em beijos inesquecíveis, por que não faria? Sem culpa... Sem pensar... Como o palhaço que ri feliz vendo poetas e cientistas tentando com palavras ou experimentos definir a felicidade, fito-me no espelho e vejo meus olhos sorrindo e brilhando mais quando acabo de abri-los e sentir o perfume dele em meus cabelos...
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