Queria uma máquina do tempo para fazê-lo parar e não ver meus dias idos com um pesar escondido atrás dos olhos.
Queria uma máquina do tempo para acelerar flashs que insistem em visitar a memória quando eu fecho os olhos, para fazer deles tão rápidos quanto uma ilusão de óptica.
Queria uma máquina do tempo para sumir em alguma dimensão e voltar aqui quando tudo estivesse diferente, distante das lágrimas que temperam amargamente o silêncio gritante dos minutos que não passam nessa noite fria.
Queria uma máquina do tempo para fazer dos meus cochilos sonos indefinidamente longos, já que as noites longas fogem de mim incansavelmente.
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